Escolas Bilíngues – Aprendizagem da segunda Língua  por meio da vivência diária

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Autora: Michele Canola Rojas

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As escolas bilíngues têm a finalidade de só ensinar outro idioma?

 Um artigo básico para alguns, porém, outros demonstram curiosidade em compreender  mais sobre essas escolas cada vez mais populares no Brasil. 

Se há uma placa numa escola dizendo: Bilíngue!, 

será que entendemos como seria o processo de ensino aprendizagem na rotina escolar? Seriam estas parecidas com escolas de idiomas? Como  estariam organizadas e qual o padrão de ensino seguido? 

Refletiremos aqui sobre essas escolas que oferecem duas línguas faladas em sala de aula,  que promovem um ensino de forma natural e eficiente em situações criadas pelos professores no ambiente escolar ou até mesmo que simplesmente acontecem durante a aula e por meio da prática no dia a dia. Ensino baseado no conteúdo, na interdisciplinaridade e na rotina escolar.

A maioria dessas escolas atendem o currículo brasileiro de qualidade tendo os requisitos dos Parâmetros Curriculares Nacionais, oferecem aos seus alunos formação bilíngue e multicultural, adotam uma combinação equilibrada da vivência da língua inglesa (ou outra língua B) e possuem práticas planejadas e inseridas nas aulas diárias. Para esclarecer mais, Paes (2013, p. 24237) assim define as escolas bilíngues:

Já as escolas bilíngues são escolas regulares que oferecem a educação formal e concomitantemente se propõem a desenvolver a aprendizagem de um segundo idioma por meio da vivência diária de situações em que o uso da nova língua é inserido. Não se trata de oferecer aulas de idiomas na grade curricular, mas propiciar ao aluno a vivência cotidiana em contato com o idioma.

Nestas escolas é sempre mandatório o uso das atividades dinâmicas e da participação das crianças todos os dias. Sendo quando o professor fala, quando o aluno ouve uma música, quando brinca com jogos educativos, brincadeiras entre amigos, desta forma as crianças ouvem esse novo idioma. Quanto mais exposição, mais horas de contato com a língua. 

Paes (2013, p. 24240) afirma ainda que é imprescindível a participação dos alunos em situações, nas formas de uso da linguagem, como por exemplo na leitura de um livro, para crianças mais velhas também é relevante o uso da escrita, desenvolvimento textual. Levando sempre em consideração que é imprescindível a inserção da forma lúdica e aprazível aos aprendizes. Sempre colocando como objetivo as necessidades inerentes ao desenvolvimento infantil.

Assim, propiciando um ambiente rico em vivências onde o aluno possa efetivamente interagir com o idioma a ser adquirido.

Esta educação, que tem a intenção de fazer a criança falar outro idioma, tem que ser baseada em algo que não possa ser danoso para esses aprendizes. Paes (2013, p. 24240) descreve: “percebe-se assim, a necessidade de que as propostas educacionais contemplem em seu currículo uma ação reflexiva, concebendo a educação enquanto um fator de questionamentos, reflexões…”.

As escolas devem ter em vista, que a proposta desenvolvida pela mesma, vise o desenvolvimento positivo desses alunos e que eles possam desenvolver tudo aquilo que eles necessitam e formem assim cidadãos críticos e multiculturais para aceitar as diferenças. 

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